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28/09/2020 Notícias

Violência contra profissionais de saúde: precisamos falar sobre isso!

Aumento da violência contra profissionais da saúde exige ação imediata

Violência contra profissionais de saúde: precisamos falar sobre isso!

A violência contra profissionais de saúde sempre foi algo presente. No entanto, circunstâncias atuais mostram que o índice está muito elevado. Por conta disso, torna-se indispensável saber como lidar com o assunto e, principalmente, como resolvê-lo de maneira rápida e efetiva.

Afinal, é importante entender a enorme quantidade de profissionais qualificados e que se mantém prontamente ativos para que todos sejam atendidos. Além do mais, mesmo que o atendimento venha a demorar, é preciso ter em mente de que isso não é motivo para a agressão contra profissionais.

O aumento da violência contra profissionais de saúde

Uma pesquisa realizada com aproximadamente 20 mil profissionais, revelou que 66,7% já haviam sofrido de algum tipo de agressão em seu local de trabalho, no ano de 2015. O estudo foi realizado pela OPAS e mostrou um índice alarmante e preocupante.

O fato é que, cerca de 30% dos profissionais que foram agredidos, segundo a mesma pesquisa, tiveram que suspender suas atividades laborais. Isso, infelizmente, por conta da violência presente em sua rotina profissional.

Entretanto, este passa  longe de ser o primeiro e último estudo sobre a brutalidade que ocorre nos centros médicos. Em 2016, por exemplo, o levantamento realizado pelo Conselho Regional de Enfermagem e Conselho Regional de Medicina, mostra um índice de 32% de profissionais já agredidos em algum momento.

Os dados se tornam ainda mais assustadores a partir do momento em que nota-se que cerca de 20% sofreu violência física. Esperava-se que os índices reduziriam e que isso poderia ser somente alguma coincidência ou acontecimentos que levaram para tal ato. Porém, o ano de 2020 mostrou-se ainda pior.

Violência contra profissionais de saúde em 2020

Desde março de 2020, ano em que a pandemia iniciou, ocorreu um aumento preocupante em relação às agressões cometidas por pacientes. Sendo assim diversos países, incluindo o Brasil, mostraram preocupação em relação aos ataques e insultos disseminados.

Além das agressões físicas e verbais, também nota-se uma enorme dificuldade e risco para que os profissionais voltem para suas casas. Afinal, são proibidos, pelos próprios passageiros, de entrar no transporte público, segundo reportagem e reclamações feitas para o UOL.

Maior concentração da violência

Em suma, a violência está concentrada de maior forma no serviço público de saúde. Em hospitais privados, por exemplo, há a grande vantagem de ter guarda armada. Isso colabora muito para que grande maioria das pessoas não saia do controle de fato.

De acordo, inclusive, com a presidente do Simego, conhecida como Franscine Leão, Goiânia também é o município com o maior índice de agressões aos médicos do Estado.

Medidas que podem ser tomadas

Infelizmente, é preciso estar sempre atento em relação à violência contra profissionais de saúde. Até mesmo porque, muitas vezes, ocorrem de maneira quase que imprevisível, já que os pacientes se enfurecem de maneira rápida. Algumas medidas que podem ser tomadas, são:

●      Encontrar formas de manter autoridades no local (policiais, guardas, seguranças, etc);

●      Manter todos conscientizados sobre a demora no atendimento;

●      Solicitar que passem pelas consultas online antes de se dirigirem ao local;

●      Não revidar violência verbal e física.

Conclusão

É preciso ter mente que esse assunto é de grande seriedade e precisa receber a devida atenção o quanto antes. Afinal, muitas coisas fogem do controle do profissional e isso é algo que precisa ser entendimento por muitos pacientes. Portanto, as devidas medidas precisam ser tomadas o quanto antes para evitar a violência contra profissionais de saúde.

Para entender mais sobre o assunto, acesse o blog Dr. Teuto!

 

Fonte:

https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2020/04/20/coronavirus-o-preocupante-aumento-da-violencia-contra-profissionais-de-saude-no-mexico.htm