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14/03/2019 Dicas

Você sabe o que são as escalas de evidência de estudos científicos?

Esta graduação determina o nível de confiabilidade de um estudo para ser usado como tratamento médico

Você sabe o que são as escalas de evidência de estudos científicos?

Os avanços na medicina são baseados em estudos científicos e nas chamadas escalas de evidência: aplicações que foram desenvolvidas no decorrer do tempo nessa ciência. De forma simples e prática, elas são uma mistura de estatísticas, metodologias e epidemiologia.

A importância das escalas de evidência está relacionada ao fato de que elas não apenas têm um objetivo, mas permitem determinar e melhor direcionar o estudo de uma conduta médica, ou seja, como o tratamento será feito.

As escalas de evidência                             

Uma das primeiras escalas de evidência com uma apresentação mais simples e moderna foi apresentada no JAMA em 1999.

É interessante ressaltar aqui que escalas de evidência não devem ser analisadas e muito menos confundidas com o chamado grau de recomendação. Este último, na verdade, diz respeito a um tipo de tratamento e não a um determinado estudo.

Por exemplo, os estudos são classificados em nível 1, 2, 3 e etc., e o grau de recomendação pode ser de A, B e etc., de acordo com sua base.

É por isso que em muitas situações um estudo classificado como de nível 1 determina que um tipo de tratamento não deva ser executado. Ou seja, o estudo é de nível 1, entretanto, o grau de recomendação é extremamente baixo.

 

 

Atualmente, uma das escalas de evidência mais usadas, respeitadas e interessantes é a do CEBM. Ela foi desenvolvida por uma equipe liderada por David Sackett, professor que foi chamado para trabalhar na Universidade de Oxford, onde montou um centro de medicina.

A medicina brasileira também tem uma própria escala de evidências — ou pirâmide, como preferem alguns — que foi proposta e recomendada pela CAPES.

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