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20/07/2017 Tecnologias

Diagnóstico médico: como usar a tecnologia a seu favor

Aplicativos e softwares auxiliam o diagnóstico médico e podem prevenir erros ou falhas humanas. Conheça o que há de mais novo no mercado e mantenha-se atualizado

Diagnóstico médico: como usar a tecnologia a seu favor

Um diagnóstico médico a poucos toques em uma tela de smartphone. Ou em um relógio. Quem sabe até em um óculos inteligente. Em um mundo cada vez mais tecnológico, surgiram cada vez mais ferramentas que ajudam o diagnóstico médico, entre elas os dispositivos como wearables e smartphones. Basta ter o aplicativo certo.

Diferentemente da automedicação, o automonitoramento possibilita que o paciente antecipe exames específicos, e que o profissional tenha recursos mais profundos e detalhados, levando a diagnósticos médicos mais exatos e precisos.

 

Conheça as tecnologias mais inovadoras que ajudam no diagnóstico médico

Em uma pesquisa realizada pelo Journal of the American Medical Association, em 2012, cientistas revelaram que 10% a 20% dos pacientes norte-americanos são vítimas de erros de diagnósticos por falhas humanas.

As inovações, portanto, surgem como vantagem e alternativa para tais erros, pois podem diminuir o alto índice de identificação errada de doenças e consequências negativas por negligência médica. A seguir, confira uma seleção de aplicativos e softwares que auxiliam o diagnóstico médico.

 

1. Conemo, um aplicativo que ajuda o diagnóstico e tratamento da depressão

Desenvolvido em colaboração por pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, da London School of Hygiene and Tropical Medicine, da Universidad Peruana Cayetano Heredia e da Northwestern University. Voltado para a saúde mental e pacientes com depressão, permite que o usuário faça uma avaliação de seu estado emocional com poucos cliques.

Ao instalar o aplicativo, o paciente recebe notificações três vezes por semana, solicitando que responda perguntas sobre seu estado emocional via textos, vídeos e questionários. A partir das respostas, são sugeridas atividades e exercícios que podem melhorar seu humor, como a prática de esportes, um encontro com amigos ou até mesmo a busca por um serviço de saúde.

O app ainda está em fase de testes. Se for aprovado pelos profissionais da área e se demonstrar útil e eficaz no tratamento da depressão no Brasil, poderá ser liberado a todos os usuários do SUS (Sistema Único de Saúde) e ajudar nos diagnósticos médicos da área.

 

 

2. BIO SF, acompanhamento, diagnóstico e histórico médico em tempo real

O aplicativo foi elaborado com o objetivo de ser uma ponte rápida e eficaz de contato entre o médico e o paciente. Lançado pela São Francisco Saúde no final do ano passado, sugere ao usuário que compartilhe fatos sobre o seu dia a dia, classificando-os em diversas categorias como: alimentares e nutricionais, consultas, medicamentos, sinais, sintomas, pressão arterial e etc.

Uma vez publicada, a informação chega imediatamente ao médico, que pode entrar em contato com o paciente e oferecer orientações e recomendações. O interessante desse aplicativo é que, ao longo do tempo, um histórico médico é desenvolvido. Dessa maneira, o usuário pode ser acompanhado de perto, antecipando informações que seriam colhidas apenas na hora da chegada a um serviço de pronto-atendimento.

 

3. AliveCor: eletrocardiogramas na palma da mão

Imagine antecipar o diagnóstico médico de um eletrocardiograma (ECG) antes mesmo de chegar ao hospital. Com o AliveCor, essa já é uma realidade. O aplicativo, que funciona em um smartphone conectado a uma capinha especial com eletrodos acoplados, pode ser usado como um grande aliado em momentos de emergências.

O resultado do exame, feito em poucos segundos, é uma versão simplificada monocanal de derivação ll, o que é o bastante para o diagnóstico de algumas das principais patologias. Liberado e aprovado pela FDA (Food and Drug Administration, órgão de vigilância sanitária americano), o aparelho já é recomendado por cardiologistas e está disponível gratuitamente nas lojas virtuais de aplicativos. A capinha custa cerca de 100 dólares e, por enquanto, só está disponível para venda nos Estados Unidos.

 

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Importante: O objetivo deste blog é trazer informações atualizadas sobre o setor médico/farmacêutico. O conteúdo não expressa a opinião da empresa/Laboratório Teuto | Pfizer.

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